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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Demissão em massa de funcionários públicos municipais não mereceu comentários da Câmara e órgão sindical


 
A Câmara de Vereadores e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Assú, Sindsep, receberam em silêncio a decisão do governo municipal de demitir todos os ocupantes de funções comissionadas além de subtrair gratificações salariais de outra parcela do funcionalismo. A medida foi materializada sob o argumento de que o Poder Executivo necessitava readequar-se ao que preconiza a Lei de Responsabilidade Fiscal. Na instância do Poder Legislativo o caso não registrou oficialmente a menor repercussão. De maneira idêntica o assunto também não foi alvo de qualquer observação por parte da cúpula da organização sindical. Responsável pelo ato, o prefeito em exercício da cidade, Alberto Luiz de Lima Trigueiro, PDT, disse que tal gesto era inadiável diante da imperiosa necessidade de reequilibrar as finanças municipais para o fechamento do exercício de 2012. Ele explicou que a decisão de exonerar comissionados e cortar gratificações seguiu o planejamento traçado pela gestão e, naturalmente, teve a irrestrita concordância do prefeito licenciado Ivan Lopes Júnior, do PP – que reassumirá a chefia do Executivo a partir de hoje, quarta-feira, dia 12 de dezembro. Alberto Luiz também havia dito que, gradualmente, alguns exonerados seriam renomeados de modo a atender carências da administração. E, desde a publicação do decreto que instrumentalizou a demissão em massa de pessoal, diversos servidores já foram reintegrados ao serviço público. Os atos de nomeação vêm sendo publicados praticamente diariamente através do Diário Oficial do Município. Na avaliação de alguns observadores, tal procedimento da gestão acaba pondo por terra a justificativa de que as exonerações teriam o fim de restaurar o erário público municipal.
informativo Princesa

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