O Brasil é
um país rico culturalmente, sem dúvidas, há casos “folclóricos” para não dizer
“hilários”. Quem não lembra o episódio do político guardando dinheiro na cueca
? e o que dizer então da família Sarney ? do “mensalão” ?
Se não fosse
algo tão sério dava para bolar de rir.
O que
comentar acerca do prefeito de Itajá ? como que o irmão dá as ordens ? É mas
como vivemos em um país onde a presidenta dias após ser vaiada em campo em um
importante jogo da Seleção brasileira tentou viajar de jatinho com dinheiro
público para o exterior, nada mais nos surpreende não é verdade ?
É parece não
haver mais inocentes em Brasília e nem nos currais do Brasil todo. As
roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens
são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a
presidente, desafiada em público.
O povo de
Itajá já havia dado uma resposta à Lutecio nas urnas, na opinião dos populares
ele não deveria se incomodar ou emitir quaisquer opiniões acerca da
administração de seu irmão.
Nunca nossos
vícios ficaram tão explícitos! Aprendemos a dura verdade neste rio sem foz,
onde as fezes se acumulam sem escoamento. Finalmente, nossa crise endêmica está
em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Vemos que o
País progride de lado, como um caranguejo mole das praias nordestinas. Meu
Deus, que prodigiosa fartura de novidades sórdidas estamos conhecendo, fecundas
como um adubo sagrado, tão belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. É um
esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras. Como mentem arrogantemente
mal! Que ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o
despudor, a mão grande nas cumbucas, os esgotos da alma.

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